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Aliado de Bolsonaro, deputado Roberto de Lucena defende que presidente tome a vacina da COVID-19

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Foto: Poder 360

 

Parlamentar, que é pastor evangélico, diz que novo surto de doenças respiratórias é preocupante e que influência do presidente pode contribuir para imunização completa e rápida da população.

Um amigo que fala verdades. Essa é a definição perfeita para o deputado federal Roberto de Lucena (PODE/SP), aliado de Jair Bolsonaro, ao avaliar o governo, o momento da pandemia e pedir, publicamente, que o presidente tome a vacina contra a Covid-19. “Faço esse apelo ao presidente Jair Bolsonaro, para que ele tome a vacina. Seu exemplo pode ajudar a salvar a vida de muitas pessoas”. A afirmação foi feita em entrevista recente ao jornalista Guilherme Waltenberg, do Poder 360.

O parlamentar reconheceu o esforço do Governo Federal no desenvolvimento e na aquisição das vacinas, tão logo os imunizantes foram aprovados pela Anvisa, mas destacou que o exemplo do chefe do Executivo pode influenciar ainda mais a população. “Se eu pudesse aconselhá-lo, ele teria sido o primeiro brasileiro a se imunizar. Sem dúvida o seu exemplo estaria estimulando a sociedade e dando segurança àqueles que têm dúvida. Esse espetáculo de vacinação que o Brasil deu poderia ter sido muito melhor se nós tivéssemos essa postura do nosso líder maior”, afirmou Roberto de Lucena.

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Lucena disse, ainda, que para o Brasil “superar a pandemia e resolver o problema econômico, deve encarar a vacina com muita seriedade”.

“Líderes religiosos e políticos devem dar exemplo”

Pastor da Igreja O Brasil Para Cristo, o parlamentar disse que tem orientado pastores e líderes ligados à sua igreja a se vacinarem e também a incentivarem os fiéis a fazerem o mesmo. “Entendo que todas as outras igrejas, não só as evangélicas, precisam levar conscientização quanto a questão da vacinação, por amor ao seu povo. E incentivá-los a se imunizarem. Não precisamos de uma nova variante nem de um novo surto”, disse.

Apoio dos evangélicos a Bolsonaro

Perguntado sobre o apoio dos evangélicos ao presidente Bolsonaro nas eleições de 2022, Roberto de Lucena afirmou que, com maioria conservadora, os evangélicos têm compromisso com uma agenda que os identificou com as propostas de Jair Bolsonaro em 2018, mas disse: “Os evangélicos não caminham em bloco em questões políticas, então não apoiarão em bloco nem institucionalmente nenhum candidato, mas evidentemente a agenda os aproxima de Jair”.

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Qualidades e defeitos da Gestão Bolsonaro

Roberto de Lucena avaliou alguns pontos da gestão de Jair Bolsonaro. De acordo com ele, a formação de um Ministério Técnico foi um ponto positivo, seguido da Reforma da Previdência, que “logrou absoluto êxito, mas ela sozinha não resolve o problema do País. Não fosse a pandemia, teríamos avançado para a reforma administrativa, para a tributária e estaríamos em outra situação”, disse. Ele também avalia como ponto positivo “o governo ter se comprometido a fechar as brechas para a corrupção.”

Sobre pontos negativos da gestão, o parlamentar pontuou: “Um governo tão técnico que demorou para pegar o jeito. Demorou para conseguir se mobilizar e acertar o diálogo com a sociedade e com o Congresso Nacional.

Texto: Tábita Marinho

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