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TCU aprova edital de concessão da BR-381 e deputada Alê Silva comemora grande feito

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O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou por unanimidade nesta quarta-feira (28) o edital para concessão das BR-381 e 262. A deputada federal por Minas Gerais e usuária da rodovia, Alê Silva, comemorou o êxito do processo.

“Olá amigos, o plano de concessão da BR-381/262 foi aprovado pelo plenário do TCU. Agora sim o edital do leilão deve ser publicado e com o comparecimento das empresas interessadas, as nossas tão esperadas obras de duplicação devem ser reiniciadas. O meu abraço, carinho e agradecimentos ao nosso Ministro Tarcísio que com muita coragem soube conduzir o processo. O usuário que faz uso da via ganha muito com essa novidade”, destacou a parlamentar em vídeo publicado nas redes sociais.

Agora, cabe à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicar o edital com as regras do leilão. Segundo o Ministério da Infraestrutura, a licitação deve ocorrer no último trimestre deste ano, entre outubro e novembro.

“Atenção, mineiros e capixabas. Está aprovado o leilão da BR-381 (Gov. Valadares-BH) com a BR-262 (MG-Viana) pelo TCU com R$ 7,3 bi em duplicações e melhorias. Enfim, daremos uma solução definitiva para a duplicação integral da “rodovia da morte”. Leilão ainda em 2021″, disse o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.

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O edital do Ministério da Infraestrutura prevê investimentos de R$ 7,3 bilhões em melhorias e obras e outros R$ 4,7 bilhões para a parte operacional das rodovias durante um contrato de 30 anos. São mais de 670 quilômetros de extensão, somando a BR-381, de Belo Horizonte a Governador Valadares, e a BR-262, entre João Monlevade (MG) e Viana (ES).

Entre as principais obras previstas após a concessão estão 402 quilômetros de duplicação, 228 quilômetros de faixas adicionais, 131 quilômetros de vias marginais, 130 retornos, 125 correções de traçado, 40 passarelas, pelo menos dois pontos de parada e descanso para profissionais do transporte rodoviário, além do contorno do município mineiro de Manhuaçu.

O critério do leilão será híbrido: vence quem apresentar a menor tarifa de pedágio. O critério de desempate é o valor de outorga. Ou seja, quem topar pagar mais ao governo federal, leva a concessão se houver empate.

O secretário nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, Marcello Costa, espera que ocorra uma disputa entre os interessados. “Este complexo é um dos mais importantes eixos de logística de cargas e de transporte de passageiros da região centro-sul do país”, disse.

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Com informações do Jornal O Tempo

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