GOIÂNIA

Em sessão ordinária, vereadores criticam desrespeito ao decreto municipal que trata do combate à Covid-19

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Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia, 17/03/2021. Durante sessão ordinária desta quarta-feira, 17, os vereadores da Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia criticaram a atitude do Governador do Estado, Ronaldo Caiado, em querer impor o decreto estadual, que propõe 14 dias de suspensão seguidos por 14 de funcionamento, em detrimento ao municipal, estabelecido pelo Prefeito Gustavo Mendanha, que determinou modelo de isolamento social intermitente por escalonamento regional.

Enquanto na proposta do Estado, durante um período, só funcionariam os comércios essenciais, na da Prefeitura de Aparecida de Goiânia, a cidade foi dividida em 10 macrozonas, com quatro macrozonas fechando duas vezes de segunda a sexta-feira e a cidade inteira fecha aos sábados a partir às 13 horas e no domingo o dia todo.

Segundo os parlamentares, as ações denotam desrespeito com a cidade de Aparecida, além de indicar que o Governador está mais preocupado com a política do que com a pandemia em si.

A revolta dos vereadores se deu porque na manhã desta quarta-feira surgiu a notícia de que a Polícia Militar de Goiás estaria fechando comércios locais de Aparecida, agindo contra o decreto do prefeito Gustavo.

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A truculência como o Governo Estadual agiu ao coagir os comerciantes aparecidenses foi algo que também causou grande insatisfação entre os vereadores.

A Administração Estadual alega que nos municípios em situação considerada de calamidade o seu decreto deve se sobrepor ao municipal, com intuito de controlar a oferta e demanda dos serviços de saúde.

Em contrapartida, a Prefeitura de Aparecida de Goiânia esclarece que a Portaria 22/2021, publicada no Diário Oficial no dia 14 de março, continua em vigor e que os comerciantes estão legalmente amparados para seguir o isolamento social intermitente por escalonamento regional.

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